Ruben Amorim lamentou a derrota do AC Milan por 2-0 frente ao Benfica e reconheceu as dificuldades da equipa: «Assim que sofremos o golo – e mesmo antes -, nunca nos encontrámos. Desorganizámo-nos e o Benfica deu-nos a bola em certos momentos precisamente para a perdermos; ainda temos de trabalhar muito nesse aspeto. Faltou velocidade e desmarcações nas costas da defesa do Benfica. O adversário esteve sempre confortável, à espera do nosso erro. A nossa equipa ficou muito ansiosa por jogar em casa, a querer fazer tudo depressa demais, e isso sentiu-se. O Benfica acabou por matar o jogo no segundo golo, geriu com as transições e nós ficámos com bola junto da área, mas sem grande criatividade.»
Questionado sobre a pressão sentida pelo Milan nos jogos em casa, respondeu: «Faz parte. A pressão é grande e é por isso que estamos em clubes desta dimensão. Temos de combater isso. São momentos difíceis para estas equipas e para os grandes clubes, mas não há volta a dar: é trabalhar e pensar já no próximo.»
Sobre a necessidade de manter o grupo unido, Amorim acrescentou: «Obviamente. Mas também não gosto de estar sempre a bater na mesma tecla; parece que há dois anos e meio que repito o mesmo discurso. É simplesmente pensar no próximo jogo e tentar vencer.»