Na manhã desta terça-feira, 13 de outubro, a ‘equipa’ de Luís Gonçalves emitiu um novo comunicado nas redes sociais em que expôs vários episódios que têm causado indignação na casa do Big Brother All Stars.
“A Team Luís Gonçalves está atenta ao que se tem passado no jogo e considera importante manifestar a sua preocupação perante várias situações que levantam dúvidas quanto à transparência, à imparcialidade e à igualdade de condições entre todos os concorrentes. Não falamos apenas pelo Luís. Falamos também enquanto público, que acompanha o programa, investe tempo e, muitas vezes, dinheiro, e que tem o direito de perceber o que realmente acontece dentro da casa. São várias as situações que merecem esclarecimento“, pode ler-se.
A Árvore dos Poderes: “Consideramos que as informações sobre os poderes adquiridos e a possibilidade de os utilizar para mudar o rumo do jogo deveriam ser divulgados anteriormente, garantindo que todos os concorrentes e o público têm conhecimento atempado do que está em causa. No caso do Luís, este ganhou acesso à Árvore dos Poderes, mas não teve acesso ao conteúdo da mesma, desconhecendo o que poderia estar disponível e que iria certamente mudar o rumo do jogo. Consideramos esta situação particularmente estranha, uma vez que, até à gala de domingo, dia 11/10/2026, os poderes conquistados tinham sido sempre revelados ao público”;
Conversas graves sobre outros concorrentes: “Existiram situações e comentários potencialmente caluniosos sobre determinados concorrentes que não foram devidamente expostos em galas ou diretos, impedindo que os visados tenham conhecimento do que foi dito e a oportunidade de se defenderem perante todos”;
A escolha dos elementos para o brunch e o almoço do líder: “O Luís acabou por ser envolvido numa discussão com a Ana e a Jéssica por uma situação em que a sua escolha foi condicionada pelo Big Brother. Esta condição excecional, que não temos memória de ter sido aplicada anteriormente desta forma, prejudicou bastante o Luís no jogo. Consequentemente, o Luís acabou por ser alvo de críticas sem ter a possibilidade de se defender, perante o grupo que o atacou, com base nos factos e nas condições que lhe foram impostas”;
A escolha dos elementos para a festa: “Enquanto alguns líderes puderam escolher livremente quem queriam levar para a festa, o Luís não teve as mesmas condições. Porque motivo não existiu a mesma igualdade de critérios? Além disso, já aconteceu nesta edição o líder não ser quem escolhe os convidados e, ainda assim, participar na festa”;
As constantes conversas depois das 2 horas da manhã: “Entendemos que estas situações devem ser sempre expostas quando contêm afirmações gravíssimas. Exigimos transparência para que a narrativa do jogo não seja deturpada”;
As combinações de nomeações: “Preocupa-nos a repetição de estratégias e dinâmicas que parecem ter sempre como objetivo colocar constantemente os mesmos concorrentes na “chapa”. O jogo faz-se de estratégia, sim, mas é importante que não seja viciado e sempre a pender para o mesmo lado. Um exemplo que não podemos deixar de mencionar é a “tal conversa do alpendre”: os concorrentes envolvidos achavam que a emissão já tinha fechado na qual o concorrente Miguel Vicente foi o principal visado com graves acusações entre elas a seguinte: “O gajo também está sempre a dar na farinha, está sempre descontrolado”. Situações desta gravidade merecem ser devidamente esclarecidas, dando aos envolvidos a possibilidade de conhecerem o que foi dito e de se defenderem entre eles e perante o público nas galas, diretos ou dinâmicas. Esta situação foi completamente omitida, exceto a quem assistiu ao 24 horas e a quem partilhou nas redes sociais”.
Perante estes seis pontos apresentados, a ‘equipa’ do concorrente deixou uma mensagem final e destaca-se uma ‘ameaça’: “Não estamos a pedir benefícios para o Luís. Estamos a pedir igualdade para todos. Hoje pode ser o Luís, amanhã pode ser qualquer outro concorrente. Todos merecem o mesmo respeito, as mesmas oportunidades e o direito de conhecer os factos e de se defenderem quando são envolvidos em situações que os prejudicam. Reforçamos que somos a favor de um jogo justo, transparente e sem favoritismos ou alinhamentos tendenciosos. Os concorrentes são pessoas, têm sentimentos e merecem respeito. Não são peças de xadrez que podem ser movimentadas conforme a conveniência do jogo. Caso estas preocupações continuem sem resposta, iremos tomar as medidas adequadas, de forma responsável e pelos meios próprios, garantido que o rumo do jogo irá mudar. O nosso objetivo não é criar conflitos, mas exigir respostas e contribuir para que o programa seja justo para todos, sem exceção“.