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Guerra até no momento do adeus. Família de Pinto da Costa ausente do funeral de Jorge Costa

Jorge Costa manteve, durante anos, uma ligação especial com Pinto da Costa. Foi um dos jogadores mais marcantes do clube presidido pelo dragão e o carinho era mútuo. Foi assim durante décadas, até que, de forma abrupta, os dois cortaram ligações na última campanha eleitoral para o FC Porto.

Nessa altura, Jorge Costa tomava uma posição inesperada e decidiu apoiar André Villas-Boas (AVB) na corrida à presidência, acabando por se virar contra Pinto da Costa, o seu presidente de sempre. Fernando Madureira, ex-líder da claque dos Super Dragões, acusou-o, então, de ser “um traidor”.

Jorge Costa posicionou-se publicamente do lado de Villas Boas e durante a corrida eleitoral afirmou: “É certo e seguro que ninguém está acima do FC Porto, a pior coisa que pode acontecer ao clube é esta desunião”, disse em jeito de crítica à direção do clube da altura.

Com a vitória estrondosa de Villas-Boas nas urnas, em abril de 2024, Jorge Costa regressou, depois de largos anos afastado, ao seu FC Porto tendo chegado a diretor de futebol das equipas profissionais.

Com Pinto da Costa o corte seria, então, total e manteve-se até à altura da sua morte, no início deste ano. No entanto, apesar das divergências, Jorge Costa manteve sempre o respeito pelo seu antigo presidente e marcou presença nas cerimónias fúnebres. Já o mesmo não aconteceu nas suas, com ninguém da família de Pinto da Costa a comparecer ao velório ou funeral, o que gerou algum mal-estar no seio dos azuis e brancos.

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