José Manuel Freitas admite um cenário propositado por parte do Porto antes do jogo de andebol com o Sporting, em que jogadores e treinador dos leões precisaram de assistência médica devido a um odor intenso no balneário do Dragão Arena. Adicionalmente, o comentador lembrou o sucedido em 1991, quando o Benfica foi até às antigas Antas para defrontar os azuis brancos.
“O que aconteceu foi um cenário propositado e minha questão é esta: Que surpresa é que estará reservada para o jogo da segunda mão da Taça de Portugal? Tendo em conta o que tem vindo acontecer tanto na parte do futebol como agora no andebol, eu admito que possa haver uma surpresa desagradável”, começou por dizer, em comentário no canal NOW.
Em comparação ao que aconteceu, José Manuel Freitas recordou algo parecido: “Esta prática do amoníaco misturado com lixívia, trazem ao de cima histórias do passado, e eu por acaso estive nesse dia no estádio das Antas, do célebre Porto – Benfica. Portanto, é uma prática antiga que foi reeditada e eu digo isto porque a tal delegada confirmou que estava lá este cheiro incomodativo e que criou este problema.”
Ao reforçar o seu ponto de vista, o comentador deixou críticas a líder dos dragões: “Parece haver um fantasminha verde que está sempre no ombro do Presidente do Porto. André Villas-Boas deve sonhar com o Sporting, com o Leão, com o Verde. Tudo isto não contribui para que possa haver uma relação institucional, e já não falo no plano pessoal, porque no plano pessoal é impossível haver uma relação.
Ao concluir, José Manuel Freitas deu continuação à sua referência da “hipocrisia” do líder azul e branco: “André Villas-Boas vem com uma série de insinuações, acusa sistematicamente os clubes de Lisboa, quer dizer, quando o Porto, infelizmente, para a sua grande massa associativa, está ligado ao maior escândalo da história do desporto português, que é o apito dourado, é com uma desfaçatez que fala destas questões.”