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Menor parte após cair do parapeito

O caso aconteceu a 12 de julho, durante o primeiro dia de férias de uma família britânica em Pafos, no Chipre.

A família tinha viajado para o destino com os dois filhos e outros familiares. O menino, de dois anos, caiu da janela do quarto andar do King Evelthon Beach Hotel and Resort.

Pai acreditava que a janela tinha proteção

Em tribunal, foi revelado que Joshua Foster colocou o filho no parapeito para lhe mostrar o parque aquático do hotel.

O homem, de 37 anos, terá acreditado que a janela estava fechada e que existia um vidro de proteção. No entanto, parte da janela estava aberta e a criança acabou por cair cerca de 12 metros.

O pai terá percebido imediatamente o que estava a acontecer e, depois de descer pelo elevador, correu para junto do filho. A criança foi transportada para o Hospital Geral de Pafos, mas não resistiu aos ferimentos.

Joshua Foster declarou-se culpado
Durante a audiência, o advogado de Foster descreveu o sucedido como um erro de segundos que irá assombrar o pai para o resto da vida. O homem chorou enquanto os detalhes do caso eram apresentados em tribunal.

Joshua Foster declarou-se culpado, em setembro, de causar a morte através de um ato imprudente ou perigoso. A defesa pediu agora que seja considerada uma pena que não implique prisão, argumentando que a perda do próprio filho terá consequências para o resto da vida.

O tribunal ouviu ainda que Foster tinha consumido álcool no dia da tragédia. Uma análise posterior estimou que a concentração de álcool no sangue poderia ter sido superior ao limite legal para conduzir no Reino Unido. A defesa, contudo, contesta que o consumo tenha tido influência no acidente.

Família ficou profundamente afetada
O pai esteve detido durante oito dias após a morte do filho e regressou posteriormente ao Reino Unido para o funeral.

Segundo a defesa, a família ficou profundamente afetada pela tragédia e a mulher de Foster não conseguiu regressar ao trabalho.

Joshua Foster deverá conhecer a sentença a 16 de outubro. O crime pelo qual se declarou culpado pode resultar numa pena de até quatro anos de prisão.

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