Manteigas “atira-se” ao FC Porto e a Villas-Boas

João Diogo Manteigas, candidato à presidência do Benfica nas últimas eleições, utilizou as redes sociais para “atacar” o FC Porto e o seu presidente, André Villas-Boas. Diz que os encarnados são os “únicos prejudicados na parcialidade dos árbitros e analistas dos jornais” e acusa os dragões de definirem “alvos para condicionar”, visando também Rui Costa.
“O modus operandi é tão claro e evidente que cheira a bafio do passado. Definem alvos para condicionar. Este condicionamento leva tempo a ser pensado e aplicado. Mas em Portugal, colhe frutos. A história repete-se. Lidar com pressão não é para todos. Desengane-se quem pensa que o futebol português, neste aspeto, “vai” ou “deve” mudar no futuro. Mesmo com a tão afamada centralização. É cultural, idiossincrático. É isto o futebol nacional. Dá audiências. Há que lidar”, escreve o advogado.
“Por isso: ou se percebe “o jogo” e se está predisposto a jogar com armas de calibre igual ou superior … ou, então, simplesmente mais vale dar lugar a quem sabe como tentar acabar com o gozo”, termina, referindo-se a Rui Costa, presidente do Benfica.
O que escreveu João Diogo Manteigas:
“- setembro de 2025 – arouca x fcp: porto faz queixa disciplinar contra Fábio Veríssimo na Federação.
– novembro de 2025 – fcp vs braga: ligam ininterruptamente uma televisão no balneário de Fábio Veríssimo a repetir lances polémicos (incluindo golo anulado ao fcp). Alegam depois que o fizeram por “lapso” e pagam uma multa irrisória de 12.750,00 EUR.
– novembro de 2025 (vídeo 1): villas boas reclama que para o Conselho de Arbitragem da federação “não há uniformidade de critérios, há dualidade de critérios, há diferentes interpretações”. Afirma ter “sido prejudicado em alguns jogos e lances de carácter duvidoso” e ameaça já estar em “pré-aviso” para os jogos seguintes. Diz que “há determinados analistas que são usados como veículo transmissor de mensagens da direção técnica de arbitragem que não estão a ser totalmente imparciais nas suas análises”.
– janeiro de 2026: depois dos últimos meses, criticam ferozmente a nomeação de Fábio Veríssimo para o jogo da taça de Portugal frente ao Sport Lisboa e Benfica.
Resumindo: vê-se pelas restantes imagens e vídeos que o SLB é o único prejudicado na parcialidade dos árbitros e analistas dos jornais. Não é de agora, não é novidade…
O modus operandi é tão claro e evidente que cheira a bafio do passado. Definem alvos para condicionar. Este condicionamento leva tempo a ser pensado e aplicado. Mas em Portugal, colhe frutos. A história repete-se. Lidar com pressão não é para todos.
Desengane-se quem pensa que o futebol português, neste aspeto, “vai” ou “deve” mudar no futuro. Mesmo com a tão afamada centralização. É cultural, idiossincrático. É isto o futebol nacional. Dá audiências. Há que lidar.
Por isso: ou se percebe “o jogo” e se está predisposto a jogar com armas de calibre igual ou superior … ou, então, simplesmente mais vale dar lugar a quem sabe como tentar acabar com o gozo.



